Poucas horas após o início da "Operação Fúria Épica" conduzida pelos Estados Unidos e Israel, a República Islâmica do Irã iniciou uma contraofensiva de larga escala. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) confirmou o disparo de centenas de mísseis balísticos e drones contra o território israelense e bases militares americanas no Oriente Médio.
De acordo com comunicados oficiais de Teerã e relatórios de inteligência regional, a retaliação iraniana atingiu diversas frentes:
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Território de Israel: Sirenes de alerta soaram em Tel Aviv, Jerusalém e em diversas cidades do norte de Israel. O exército israelense (IDF) confirmou a interceptação de uma "vasta onda" de projéteis, mas registrou impactos em áreas abertas e infraestruturas militares.
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Bases dos EUA no Golfo: Foram reportadas explosões em bases que abrigam tropas americanas no Bahrein (sede da 5ª Frota), Catar (Base Al-Udeid), Kuwait e Emirados Árabes Unidos.
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Impacto em Países Vizinhos: A agência estatal dos Emirados Árabes (WAM) confirmou a primeira morte civil em Abu Dhabi decorrente de estilhaços de um míssil interceptado.
Em nota oficial, o governo iraniano declarou que a operação é um "exercício legítimo de autodefesa" após o bombardeio de alvos estratégicos em Teerã, Qom e Tabriz. O presidente do Comitê de Segurança Nacional do Irã, Ebrahim Azizi, afirmou que "o fim desses ataques já não está nas mãos de quem os começou", sinalizando uma resistência prolongada.
O cenário na região é de paralisia civil e alerta máximo:
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Espaço Aéreo Fechado: Irã, Israel, Iraque, Jordânia, Kuwait e Emirados Árabes Unidos fecharam total ou parcialmente seus espaços aéreos. Grandes companhias aéreas internacionais, como Lufthansa e Air France, cancelaram todos os voos para a região.
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Estado de Emergência: Israel declarou estado de emergência nacional, suspendendo atividades escolares e proibindo grandes aglomerações. No Irã, há relatos de blecautes de internet e interrupção de serviços de telefonia móvel em partes da capital.
A retaliação ocorre após o presidente Donald Trump anunciar uma operação conjunta com Israel para "eliminar a ameaça nuclear" e o arsenal de mísseis do Irã, após o fracasso de rodadas diplomáticas em Genebra. Trump também fez um apelo direto ao povo iraniano para que "assuma o controle de seu destino", sugerindo um apoio explícito à mudança de regime.
A comunidade internacional observa com apreensão, enquanto o Conselho de Segurança da ONU convoca uma reunião de emergência para tentar conter o que analistas já classificam como o maior conflito direto no Oriente Médio em décadas.

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